Postado em 01/01/2019

Algumas vacinas podem ser recomendadas durante a gestação. Os anticorpos induzidos nas mães por elas são transmitidos aos bebês pela placenta e também durante a amamentação, o que pode prevenir graves problemas de saúde. De acordo com a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), é recomendável também a vacinação de adolescentes e adultos, pelo menos 15 dias antes do primeiro contato com os recém-nascidos.

Influenza (gripe)

Essa vacina protege a mãe e o bebê contra os principais tipos de vírus influenza. Durante a gestação, o sistema imunológico da mãe fica debilitado e até mesmo uma gripe comum pode causar problemas ao bebê e desencadear um parto prematuro. Em 2010, 24% das mortes devido ao H1N1 ocorreram entre as gestantes, número que caiu para 7% (2011) quando elas se tornaram também alvo das campanhas de vacinação contra a gripe, de acordo com o Ministério da Saúde.
A vacina pode ser administrada em qualquer fase da gestação ou em até 45 dias após o nascimento do bebê. Para que seja mais efetiva, a vacina deve ser, preferencialmente, administrada no primeiro trimestre da gestação, porém é contraindicada para pessoas alérgicas a ovos.

Hepatite B

O vírus da hepatite B pode causar inflamação grave do fígado e provocar cirrose e câncer. Estima-se que, em todo o mundo, 350 milhões de pessoas tenham hepatite B, mas não saibam, já que a infecção pelo vírus não costuma gerar sinais e sintomas graves. Pessoas infectadas podem apresentar vômitos, náuseas, dores musculares e mal-estar. O vírus pode ser transmitido ao bebê durante a gestação ou no momento do parto. Segundo o Ministério da Saúde, o risco de evolução para hepatite B crônica entre os recém-nascidos é de 90%, por isso, recomenda-se que os bebês recebam a primeira dose da vacina logo após o parto.
Caso a gestante não tenha sido vacinada, recomenda-se que ela receba a primeira dose da vacina a partir do segundo trimestre da gestação. A imunização completa requer três doses e a vacina está disponível na rede pública de saúde.

Tríplice bacteriana (difteria, tétano e coqueluche)

A vacina tríplice bacteriana (acelular) do tipo adulto (dTpa) está disponível na rede pública de saúde desde novembro de 2014. Recomenda-se que a mãe seja vacinada entre as 27 e 36 semanas de gestação, ou até no máximo 20 dias antes da data prevista para o parto. Essa vacina não contém organismos vivos, por isso, não causará infecção, e seu objetivo é proteger o recém-nascido das três doenças. A coqueluche pode ser fatal nos três primeiros meses de vida, pois causa insuficiência respiratória. Tanto na mãe quanto no bebê, o tétano pode produzir uma toxina que paralisa os músculos, causando parada respiratória, que pode levar à morte. Uma das principais causas de infecção é a falta de higienização da região umbilical ou o contato com instrumentos inadequados e contaminados no corte do cordão umbilical. No caso da difteria, em casos extremos, a bactéria pode provocar um edema no pescoço, causando asfixia especialmente em recém-nascidos. A vacinação de bebês só pode ser realizada após dois meses de vida, por isso, é tão importante a imunização da mãe durante a gestação.

 

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